34 – Habacuque

Introdução ao Livro de Habacuque

Não nos é revelado nada no texto sobre o profeta Habacuque. Seu livro, ao invés de guardar seus oráculos, serve como um diário de suas crises teológicas e existenciais. Seu livro é distinto dos demais escritos proféticos por assumir um tom mais filosófico e de diálogo com Deus. O tema deste diálogo filosófico se concentra em torno da justiça divina.

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33 – Naum

Introdução ao Livro de Naum

Jonas já havia estado em Nínive no século VIII a.C. para proclamar o juízo de Javé sobre a cidade. Naquela época houve arrependimento e Nínive foi poupada. Mais de um século depois, Naum decretou o fim de Nínive, entretanto, dessa vez, não houve arrependimento e a capital Assíria foi destruída.

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32 – Miqueias

Introdução ao Livro de Miqueias

Miqueias viveu na mesma época do profeta Isaías e é mencionado em Jeremias (26:18-19) acerca da destruição de Jerusalém cem anos depois. Esta citação aponta para o prestígio que Miqueias ainda tinha como profeta do Senhor e o cuidado dos hebreus na preservação destes registros. A mensagem de Miqueias, em termos de contundência, pode ser comparada à de Amós.

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31 – Jonas

Introdução ao Livro de Jonas

O livro de Jonas difere dos demais profetas em razão do seu conteúdo narrativo em vez de oracular. Desta forma podemos dizer que a mensagem do profeta não é um conjunto de palavras dirigidas às nações, antes trata-se da própria experiência de Jonas. Além disso, o profeta não recebe a palavra de Deus em forma de sonho ou visão, formas típicas do recebimento oracular.

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30 – Obadias

Introdução ao Livro de Obadias

 

O livro de Obadias é o mais curto do Antigo Testamento; possui apenas 21 versículos. A biografia de Obadias ainda é um tema discutido entre os estudiosos, pois quase nada se sabe sobre o profeta. A tradição judaica de que o autor do livro foi o mordomo do rei Acabe não se apoia em nenhuma evidência ou confirmação histórica (Talmude: Sanhedrin 39b; 1 Rs. 18:3-16).

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29 – Amós

Introdução ao Livro de Amós -  O profeta da justiça social

 

Amós é o contemporâneo mais velho de Miquéias e Oséias e foi o primeiro dos profetas escritores. Seu nome significa “aquele que leva cargas pesadas”. Amós era criador de gado e produtor de figos numa vila ao sul de Jerusalém chamada Tecoa. Amós recusou-se a ser chamado de profeta evidenciando a sua ruptura com as instituições formais de seu tempo: o palácio real e o templo (7:14-15).

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28 – Joel

Introdução ao Livro de Joel

Sabe-se pouco sobre a vida pessoal de Joel além do nome de seu pai, Petuel. Não é mencionado como profeta em nenhum outro livro do AT, embora seja citado como um pregador vigoroso e atrevido. Seu interesse por Jerusalém e pelas cerimônias do templo (1:9; 1:13ss; 2:14-17,32) nos levam à conclusão de que ele era um profeta do templo, ou ao menos valorizava bastante seus rituais.

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27 – Oséias

Introdução ao Livro de Oséias

 

Oséias viveu no século VIII a.C. e foi provavelmente o único profeta literário do Reino do Norte, Israel. Neste período, Israel vivia sua era de ouro com o reinado de Jeroboão II. O nome Oséias tem a mesma raiz de Josué, que significa salvação. Seu ministério começou cerca de 10 anos depois de Amós ter saído de Judá levando seus oráculos proféticos ao Reino do Norte, e durou no mínimo 25 anos, já que o primeiro verso do livro diz que Oséias profetizou entre os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias de Judá e Jeroboão II de Israel.

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26 – Daniel

Introdução ao Livro de Daniel

O livro de Daniel é um dos mais conhecidos, ao menos sua parte histórica; entretanto é dos mais complexos e de difícil interpretação do Antigo Testamento. O livro fala sobre um jovem, levado à força para a cidade da Babilônia para integrar-se à equipe diplomática do Império. Daniel teve muito êxito e esteve no topo da pirâmide organizacional da Babilônia, mesmo quando o Império sofreu sua derrocada.

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25 – Ezequiel

Introdução ao Livro de Ezequiel

 

Ezequiel era sacerdote e pertencia à família sacerdotal da linhagem de Zadoque, e foi um dos que foram levados prisioneiros na primeira deportação babilônica em 597 a.C. Seu nome significa “Deus fortalece”, aliás, bem apropriado para o momento que os hebreus estavam vivendo. Sua profecia, por ser um subproduto da primeira parte do cativeiro, se diferencia do profetismo clássico pré-exílio.

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